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06/18
2019

A Faculdade Rebouças de Campina Grande estará realizando nesta sexta-feira (21) a sua 1ª edição da Mostra de Anatopatologia, no Campus II das 8h às 12h, com uma necrópsia de um golfinho e de animais silvestres e selvagens. As vagas são limitadas para alunos da FRCG e para o público externo (estudantes de Veterinária com comprovação de vínculo ou RDM) com certificado de 4h complementares. As inscrições são feitas presencialmente na nossa instituição, no Campus II e são GRATUITAS. Teremos a participação dos professores convidados Dr. Jean Leal, Médico Veterinário e Patologista, do Dr.Abraão Ribeiro, Biólogo e Anatomista e a participação do Dr. Matias Porto, coordenador do curso de Medicina Veterinária e doutor em Produção Animal.  

Documentação Necessária para Inscrição do Público Externo:
RG, CPF ou CNH e Comprovante de Vínculo Institucional ou RDM.

06/14
2019

A Faculdade Rebouças realizou nessa quinta (13) o seu primeiro Arraial da Colheita, em comemoração ao fim do período letivo e para partilhar momentos de descontração com os alunos, colaboradores e professores. Com comidas típicas, brincadeiras clássicas do período junino e até casamento caipira, todos embalaram ao som do forró clássico no campus II da FRCG. 

As turmas de Odontologia, Medicina Veterinária, Farmácia, Design de Interiores e Recursos Humanos marcaram presença com muita animação. Quadrilha junina, bingo e rabo no burro fizeram parte da programação da noite.

06/11
2019

A Faculdade Rebouças de Campina Grande e o curso de Medicina Veterinária realizaram a sua primeira edição da Cãominhada Junina, reunindo mais de 60 cães inscritos. O evento aconteceu no açude velho, em frente à Associação Campinense de Imprensa como local de partida, juntamente aos parceiros que deram suporte para a realização. Com direito à mini trio ao som do forró clássico, os pets marcaram presença chamando a atenção de quem passava.

Os participantes desfrutaram de brindes ao final do evento, doados também pelos colaboradores. Ração para cães ou gatos foram arrecadadas no ato da inscrição, que posteriormente serão doadas à ONG’s e protetores independentes da cidade. Vestidos à caráter, os pets deram um show de estilo, com roupas, acessórios juninos e enfeites, eles desfilaram em direção ao Museu Digital de Campina Grande. Matias Porto, coordenador do curso de Medicina Veterinária da FRCG, ressalta a importância do evento como projeto de extensão e parabeniza aos envolvidos que o tornaram possível, correspondendo às expectativas almejadas pela organização. 

06/10
2019

A Faculdade Rebouças de Campina Grande está ofertando a disciplina eletiva de Paisagismo, voltada para os alunos e como curso de extensão para o público externo. Ministrado pelo professor Caio Méssala, tem o objetivo de desenvolver a técnica cada vez mais apurada voltada para a criação de áreas paisagísticas que possam substituir espaços destruídos pela constante e desordenada onda de construções. O paisagista tem a missão, portanto, de recompor as extensões geográficas afetadas, servindo-se de elementos de botânica, ecologia, mudanças climáticas de cada região e de estilos arquitetônicos.

Pensando nisso, os alunos têm uma nova missão: Projetar espaços para o novo campus da Faculdade Rebouças, que possam carregar os valores institucionais em cada trabalho. O grupo que desenvolver o melhor trabalho, terá o seu projeto executado. As aulas acontecem aos sábados, das 13h às 17h com duração de 40h complementares.

06/07
2019

O curso de Medicina Veterinária da Faculdade Rebouças de Campina Grande, em parceria com os nossos patrocinadores, estarão realizando neste sábado (8) a sua primeira Cãominhada Junina, com concentração no Açude Velho a partir das 15h. O evento foi uma iniciativa dos nossos alunos, promovendo uma tarde de lazer para os pets, com direito a brindes para as inscritos, além de um mini trio para animar os participantes. Para se inscrever, basta realizar a doação de 1kg de ração para cães ou gatos ou uma latinha de patê, no dia do evento.


Todos prontos e com muita “aunimação” para fazer parte da nossa Cãominhada Junina? A concentração acontece em frente à Associação Campinense de Imprensa (ACI) e os 50 primeiros inscritos ganharão brindes no ato da inscrição. Todas as doações arrecadadas serão destinadas à uma ONG e para protetores independentes. Agradecemos aos colaboradores que tornaram esse evento possível. 

Parceiros:

- PetcáShop
- Zoetis
- Hotel Pet
- Pet Ties
- Animali Especialidades Veterinárias
- Excellence Creche e Hotel para cães
- Bicho Chic Petshop e Estética Animal
- Criavet Farmácia Veterinária
- Simpatic Sarolaner
- EstetiCão Petshop
- GranPlus
- LifePet Serviços Veterinários
- AgroBrasil Distribuidora 
- Petshop Dog Mania
- Cãominhas Pets 

06/04
2019

O Design Efêmero contempla espaços de eventos em geral, vitrines, centros culturais, estandes, exposições, dentre outros. Pensando nisso, Lucinei Cavalcante, presidente da Associação dos Comerciantes do São João (ACMSJM), lançou aos alunos de Design de Interiores da Faculdade Rebouças o desafio de projetar espaços, para serem utilizados ou servirem de inspiração, para barracas do Parque do Povo, para a  tradicional festa junina da cidade de Campina Grande.

Desde projetos mais tradicionais à barracas inovadoras, os alunos ousaram na criatividade e nos elementos pensados em cada espaço, inovar sem perder as raízes era a pauta a ser seguida. Pensando nos mínimos detalhes, os estudantes fizeram projetos pensando na estética, conforto e principalmente na segurança. Tons terrosos, elementos sertanejos e musicais, artigos juninos e empoderamento feminino foram temas que deram vida às obras criadas de cada grupo.  

05/31
2019

Os desafios futuros e o desempenho educacional têm deixado muitos estudantes fragilizados psicologicamente. O estresse, a ansiedade e a depressão são doenças graves que atingem os jovens universitários e são assuntos que precisam ser debatidos dentro desses ambientes. Pensando nisso, a Faculdade Rebouças de Campina Grande lançou no mês de maio o curso de Ciência da Felicidade, ministrado pela diretora e psicóloga Monick Farias. Batemos um papo com ela para entendermos melhor a proposta do curso e porque esses problemas são tão recorrentes em estudantes do ensino superior.


Emilly: Monick, é uma honra conversar com você a respeito do curso e entender melhor o seu objetivo. Como surgiu a ideia do curso de Ciência da Felicidade?

Monick: A ideia surgiu exatamente a partir dessas vivências realizadas a partir das experiências dos atendimentos com os alunos, tendo em vista realmente essa angústia que eles acabam desenvolvendo em torno do processo acadêmico. E aí a gente viu a necessidade, porque a ciência da felicidade ela vem com bastante ênfase na psicologia positiva, que acaba dando pra gente o desenvolvimento não só da perspectiva curativa, mas de desenvolver a potencialidade do ser humano. Então quando a gente adentra à faculdade é um novo. Então a gente viu que seria uma oportunidade massificada atingindo o aluno como um todo, surge exatamente dessa ideia de dar um suporte melhor àqueles alunos que não têm coragem de vir até o setor e ter o atendimento individualizado.  A perspectiva do curso também como são aulas práticas desenvolvidas, acaba atingindo um público diferente, que muitas vezes que não quer se expor. Também teve a influência de dona Jeannine (Diretora Administrativa), ela pensou sobre isso também tendo em vista algumas pesquisas e em parceria com o núcleo multidisciplinar da faculdade.

Emilly: Uma pesquisa da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais do Ensino Superior (ANDIFES) indicou em 2016 que sete em cada dez alunos de instituições Federais no Brasil sofrem de alguma dificuldade mental ou emocional, como estresse, ansiedade e depressão. Como você acha que o curso irá influenciar na formação acadêmica dos alunos da Faculdade Rebouças?

Monick: Então, o curso vai poder possibilitar ao aluno o autoconhecimento, dele poder realmente entender quais são os seus limites porque o medo do futuro, as cobranças por um bom desempenho na faculdade acabam desencadeando até mesmo esse processo de insegurança, de autocobrança e no curso a nossa ementa vai permitir que o aluno veja conteúdos e  também desenvolva atividades que vai fazer ele saber lidar com essas emoções negativas que surgem, e saber fazer um trabalho com ele mesmo de blindagem emocional. Porque a gente vai estar a todo tempo trabalhando o aspecto de acolhermos as emoções positivas a frente desse processo para entender de onde ela surge, saber lidar com esse meio da vida adulta e da responsabilidade que chega e poder dar todo o suporte através desses conteúdos, estudos de caso...é bem por aí.

Emilly: A primeira aula já foi bem diferente da segunda, o clima mais leve entre os alunos e a participação bem mais efetiva acerca dos questionamentos. E pra você? Qual tipo de preparo psicológico para a vida acadêmica os estudantes deveriam ter?


Monick: Os estudantes precisam saber que há um tempo pra tudo! Há um tempo para se debruçar, o tempo da sala de aula, esse tempo precisa ser qualitativo, o aluno não pode só estar lá, sentado e ouvindo de corpo presente. Ele precisa ser participativo e muitas vezes ele está no seio da sala de aula mas ele está inibido, reprimido em muitas questões e o contexto da sala de aula deve permiti-lo à liberdade, de conversar, de tirar dúvidas de trocar experiências com o professor. Ele precisa também saber que fora da faculdade ele precisa ter o espaço e o tempo dele pra estudar, ele precisa ter o local de estudo físico, o material dele, a caneta dele o caderno dele e a identidade dele nisso. É preciso ter o tempo de outras atividades, não só estar estudando regularmente, mas ele precisa também saber dar tempo pra ele, agregar uma atividade lúdica, uma atividade física que libera prazer, ter tempo com a família...ter tempos não só voltados para a questão de realmente se preparar para a faculdade. A vida é plural. A gente pode ser sim um bom filho, ter o tempo pra namorar, pra ir à igreja, estar com os amigos, ter a vida social e isso acaba trazendo saúde mental, porque o adoecimento psíquico vem a partir dessa restrição e do indivíduo não se vê em sociedade como um todo. Claro que em muitas metas a gente precisa ter um foco e isso vem a partir de algumas renuncias.

Emilly: Quais os tipos de fatores que influenciam bastante nesse comportamento dos alunos de desenvolver ansiedade e depressão, além dessa autocobrança? Há muitos fatores que podem influenciar isso dentro da instituição?

Monick: Não só dentro da instituição, mas a relação familiar é muito importante sobre isso. Quando você vai analisar um aluno que é ansioso ele já tem um histórico de ansiedade, então não é só depois que ele entrou na faculdade que ele se tornou um indivíduo ansioso, ela pode acentuar, pode sair de um nível leve para um nível severo. Mas você vê que é importante analisar o histórico. No sentido de quê? Da relação com a família, do espaço, da representatividade que essa pessoa tem na família ou não, das projeções, das questões de perda e ganhos ao longo da vida, até mesmo da sua vida escolar. Também vivemos em um momento em que as informações chegam muito rápido, isso tem desenvolvido um pensamento muito acelerado. A gente tá vivendo nesse self ideal o tempo todo, quando na verdade a gente vai pro dia a dia e se depara com um self totalmente real e isso nos frustra. Isso também acaba desencadeando a relação de sala de aula com o professor, com as hierarquias institucionais, com a coordenação, com a diretoria, isso também são fatores de desenvolvimento de ansiedade. Então às vezes você tem um professor em sala de aula que ele desencadeia no aluno por conta postura, da didática, pela forma que ele maneja a turma. Por isso a gente tenta trabalhar em nossos professores essa cultura de perceber o aluno em coletividade, mas também em sua individualidade.

Emilly: Algumas pesquisas também apontam esses transtornos como um problema de saúde ambiental. Você concorda?

Monick: Eu não seria tão singular, mas eu entenderia que é uma soma. Claro que essa questão de saúde ambiental ela nos modela muito, ela está totalmente relacionada à quem nós vamos nos tornando ou não nos tornando mas eu acho que também está ligado à fatores Bio-psíco-sociais e espirituais, então é uma relação que vai para além disso. Tem a relação fisiológica também, a reação química do organismo, tem pessoas que elas estão com um déficit de vitaminas até por conta da rotina, porque não dormem bem, porque não comem bem e às vezes elas desencadeiam um processo de esgotamento do organismo por conta dessa falha.

Emilly: Depois de ter ministrado o curso, que teve duração de dois dias, como você observou a reação da turma partir da primeira e da segunda aula?

Monick: Eu percebi que as motivações de terem se matriculado no curso foram distintas! Desde entender porque não era feliz, até a curiosidade de dizer: “o que se vai falar sobre isso? O que é a ciência da felicidade?” Então eles ventilavam muito em torno desse interesse, o porquê né?! Na primeira aula quando foi apresentada a ementa do que a gente iria trabalhar, eu via que a medida que o conteúdo ia sendo lecionado, eles iam dizendo: “eu não pensei sobre isso, eu não imaginava que essa questão tem relação ao meu bem estar, à como eu me enxergo a vida. Eu fui observando que isso foi evoluindo, que na primeira aula como eles não sabiam exatamente o que eles iam desvendar dentro da ciência da felicidade, eles estavam com os olhinhos cheios de interrogações, como outros tinham expectativas de realmente serem pessoas mais positivas, houveram muitas confissões durante, de pessoas que já adotaram um estilo de vida positivo e de observar as circunstâncias  e mesmo diante disso serem gratos, como  também pessoas negativas que vivem num ciclo vicioso e estão querendo sair daquilo. Foi muito evolutivo por isso. Em um dos nossos momentos falamos sobre “é o sucesso que nos traz felicidade ou a felicidade que nos traz sucesso?”. Outra coisa foi quando a gente tocou nas definições de potencial desenvolvido, de que todo ser humanos pode desenvolver seu potencial. Muitos alunos não acreditavam em si e sempre ao final de cada aula nós fazíamos uma dinâmica sobre o que a gente leva e o que a gente deixa, muitos deles saíram acreditando mais em si, agarrando uma mentalidade diferente. Nós podemos ser resiliêntes e recomeçarmos.  

05/30
2019

A Comissão Própria de Avaliação (CPA) é o órgão responsável por identificar potencialidades e fragilidades nos aspectos acadêmicos e administrativos da instituição. O trabalho desenvolvido pela CPA visa nortear e monitorar as ações de melhoria realizadas pela Faculdade Rebouças, feito a partir de relatórios ao final de cada processo de avaliação institucional a cada semestre.

A CPA promove uma cultura de autoavaliação da instituição tornando-se um processo contínuo. Além disso, permite à Faculdade Rebouças o planejamento e redirecionamento das ações internas e externas, garantindo o desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da extensão. Construir um planejamento institucional norteados pela gestão participativa em todas as áreas e pela autonomia universitária, valorizando e fomentando o processo de ensino aprendizagem contínuo e sistemático também é papel da CPA.

Quem participa da CPA? Alunos, Professores, Técnicos Administrativos, Gestores, Egressos e a Sociedade Civil fazem parte de todo corpo responsável pela Comissão Própria de Avaliação. Ainda tem dúvidas do quanto a CPA é importante para a sua IES? Você avalia e nós crescemos juntos. Participe da avaliação 2019.1! 

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